quarta-feira, 19 de junho de 2013

Oi sou Maria de Lourdes, estou na rede a 23 anos e é tão fantástico perceber as mudanças pelo qual a educação está passando,e claro que não é todos que aproveitam mas aqueles que realmente valoriza ser professor sabe como é importante a gente ter esse respaldo essa segurança para fazer um bom trabalho.É atraves da leitura e escrita que vamos conseguir resultados com precisão e eficacia.
   Sou a Luciene Cristina, estou na rede à 16 anos, atualmente trabalho em duas escolas no Fernando Barbosa lima e JAP em Fernandópolis.
  A escrita e a leitura são fundamental para o trabalho em nosso dia-a-dia, pois essas ferramentas colaboram na alfabetização, ajudam a organizar as idéias, comunicação, aumenta o vocabulário, auxilia na vida profissional e promove à inclusão social.Por isso a utilização da narrativa na matemática tem sido muito importante, pois mostra ao aluno a importância da compreensão,da linguagem matemática associada com a escrita.
  Minhas expectativas para o curso são duas, melhorar a formação e a prática em sala de aula.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Oi Marcia,tudo bem ? Já postou todas as suas atividades? Está dando tempo ou está correndo muito?
Li o plano que vc postou e achei legal.Abraços.Maria de Lourdes

sábado, 15 de junho de 2013


PLANO DE AULA: LOCALIZAÇÃO DOS INTEIROS NA RETA NUMÉRICA
·        TEMAS
ü Números
·        OBJETIVO GERAL
ü Perceber que os conceitos e procedimentos matemáticos são uteis para compreender o mundo e, compreendendo-o, poder atuar melhor nele.
·        OBJETIVO ESPECÍFICO
ü Identificar a insuficiência dos naturais para a resolução de novos problemas.
ü Compreender significados associados à escrita dos números negativos, bem como a localização na reta numérica.
·        JUSTIFICATIVA
ü O conjunto dos números naturais, principalmente a localização na reta servirão de base para trabalhar a ideia de simetria em relação aos inteiros negativos na reta numérica.
ü O conjunto dos números inteiros é apresentado buscando contextos reais em que os números com sinais apareçam, como, por exemplo, nas escalas termométricas, na linha do tempo ou na indicação dos andares “abaixo do térreo” de um edifício, entre outros.
·        PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Aula 1: O professor iniciará o conteúdo fazendo a leitura  do texto “Os prisioneiros de Atlântida” retirada do livro Contador de Histórias da Matemática – Egídio Trambaioli Neto. Propor perguntas questionando a utilização dos números inteiros no dia-a-dia do aluno, para a aprendizagem significativa. Utilizar o livro didático para visualizar a reta numérica em diferentes contextos como num termômetro, na linha do tempo, andar de um prédio, etc.
Aula 2: Construção da reta numérica pelos alunos utilizando materiais simples, com o barbante fazer a reta numérica, colar as pontas com fita adesiva, cada aluno confecciona seu número do modo mais criativo que puder em um retângulo de papel e depois de maneira ordenada se organizam para colocar os números em sua posição, pregando o seu retângulo. O professor apenas intervém para instigar os alunos sobre a posição do zero. Propor atividade lúdica, colocando os alunos em fila e tomando um aluno como referência  (zero), definindo  a direção e pedir que os alunos se identifiquem com a posição dos números da reta  numérica e alternar a posição do zero. Interagir com os alunos perguntando, por exemplo, qual a distância do José(número 2) ao João(número -3).
Aula 3: Resolução de situações-problemas pelos alunos, em duplas e/ou individual com intervenção do professor quando necessário, utilizando o livro didático.
RECURSOS MATERIAIS E TECNOLÓGICOS
ü Livros didáticos Projeto Radix
ü Livro paradidático Contador de Histórias da Matemática – Egídio Trambaioli Neto.
ü Barbante
ü Fita adesiva
ü Retângulos de cartolina
ü Canetinhas coloridas
·        AVALIAÇÃO
ü Observação do professor sobre a ação do aluno durante atividades lúdicas aplicadas em sala de aula e  nas resoluções de problemas.


sábado, 8 de junho de 2013


Eu, Maria Inez Varanda de Souza. 
Os livros fizerem e fazem parte de minha vida desde pequena. Meus pais apesar da dificuldade financeira sempre investiram no conhecimento de seus filhos. Adquiriram livros e formaram um acervo e com isto uma mini biblioteca, disponibilizava a quem interessava. As revistas e jornais eram tratados com cuidados, pois os mesmos eram de difícil acesso. Lembro-me do dia em que um senhor passou em casa, era um vendedor de livros. Meu pai com muita dificuldade comprou um acervos, vindo a enriquecer nossa pequena biblioteca. As capas dos livros eram grossa, coisa fina, dizia nós. Os cuidados eram redobrados, quem pegava tinha que tomar muito cuidado. Com o passar do tempo, os livros começaram a chegar com mais facilidade. Fazíamos um rodízio de livros. O professor da escola adotava um livro por mês, tinha que ler. Só que eu morava em uma pequena cidade, que os livros tinham que ser encomendados e demorava um período para chegar. Este período parecia ser uma grande eternidade. E alguns de meus colegas não tinham condições de comprar, tinha que esperar alguém ler para emprestar. E a prova do livro era marcada e cobrava detalhes dos acontecimentos do livro. Eu adorava que o professor adotasse livros, porque a biblioteca da escola era escassa e regulavam muitos os livros. Lembro-me da bibliotecária dizendo: Este livro não pode, é somente para o colegial. Ela não era ruim, é que os livros eram poucos. Hoje vejo que estamos vivendo em momentos gloriosos, com livros nas prateleiras para ser lidos, foleados e comentados. E livros virtuais na net disponíveis a leitura e outros para ser comprados. E bancas pela cidade com livros, revistas e jornais de fácil acesso, prontos para ser lindos e proporcionar momentos de descontração. 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Leitura de livros na classe.
Por conta deste curso, passei a fazer leitura do livro O Homem que Calculava na classe, leio um capítulo por dia, quando é possível leio mais. Vejo o interesse dos alunos aumentando a cada dia, mais agora que pedi para fazerem um pequeno resumo do que entenderam do capítulo, pois é, a tal cobrança que não deixa a leitura prazerosa, será que estou agindo errado cobrando o resumo? Creio que não, foi o meio que encontrei de estimular os mais inquietos da classe. No final, peço a algum aluno que explique o problema sugerido no livro.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Leitura e escrita em Matemática

Dizer que leitura e escrita é algo novo em matemática estamos nos equivocando. Fazemos leitura em matemática em todas as aulas, lendo um problema e interpretando-o, analisando um gráfico, discutindo as soluções de uma equação. Nossos alunos associam esta disciplina com números e cálculos apenas, deve ser por isso que tem muitas dificuldades em interpretação de problemas. Ressaltar, em todas as aulas, que matemática e português estão intimamente ligadas é proporcionar ao aluno momentos de reflexão sobre a matéria. A parte da aula em que o aluno escreve o que entendeu da matéria, do texto ou do problema exercita a escrita e a compreensão.

A importância da narrativa na matemática.

A utilização da narrativa na matemática tem sido uma estratégia primordial nas série inicias do Ensino Fundamental, pois mostra a importância da compreensão da linguagem matemática associada a escrita e preparar o aluno para o seu cotidiano.
A leitura de obras como, O homem que calculava de Malba Tahan, mostra que a matemática faz parte do cotidiano e pode ser vista e interpretada de diversas maneiras, como resolução de situações problemas, apenas como leitura, como uma reflexão e até mesmo por diversão.
O que entendo como uma das funções da narrativa é mostrar ao aluno que a matemática não é um bicho papão e que ela está presente em todas as situações do nosso cotidiano, ela muda a visão da matemática e quando o aluno estabelece essa relação ele passa a conectar a leitura e a escrita em todas as modalidades, em um gráfico, uma tabela, em uma figura geométrica, em textos institucionais (receitas), até mesmo em análise de imagem, o que enriquece o conteúdo proporcionando uma aprendizagem significativa com autonomia.

Mariko Suguimoto Leite

MINHA HISTÓRIA

Sou professora Maria de Lourdes, a 23 anos na EE Jeronymo Trazzi, na cidade de Turmalina,
Estou participando pela primeira vez de um  curso de Formação a Distância, sou uma cursista que não tem
grandes conhecimentos no mundo da internet, tenho dificuldades em navegar e buscar informações. Por outro lado tenho uma qualidade que é de não desistir, de sempre procurar  vencer obstáculo. Não  costumo desistir com facilidade e sei que a educação a distância tem desempenhado um papel fundamental na vida dos educadores ,e é isso que espero para mim nesse curso. É um curso que exige seriedade e compromisso.
Convido os meus colegas cursistas a  visitar-me, terei prazer de ler seus depoimentos e farei o possivel para agradar a todos.
Meu nome do blog: www.matematicajeronymotrazzi.blogspot.com.br
   Um abraço.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Ficou no passado


Finalidade

Este blog tem a finalidade de divulgar a importância da leitura e da escrita na disciplina de matemática, bem como unir as pessoas deste grupo para que possam utilizar esta ferramenta da internet.